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Regina Navarro Lins

Regina Navarro Lins

“Quando me lembro de ter ficado nua na frente dele, quero morrer!” Se eu fosse você...

Regina Navarro Lins

30/05/2013 07h00

"Fiquei casada durante 40 anos, mas meu marido se apaixonou por outra mulher e foi embora. Nos seis primeiros meses chorei muito e nem queria sair de casa. Casei virgem e passei a vida em função dele e dos filhos. Há algumas semanas tive uma surpresa. Um senhor, viúvo, que mora na minha rua veio conversar comigo e me convidou para jantar. O problema é que não sei como agir. Depois da insistência dele, decidi aceitar. Já saímos algumas vezes, e da última ele me convidou para ir à sua casa. Acho que só aceitei porque tinha bebido vinho no jantar. Fizemos amor e quando me lembro de ter ficado nua na frente dele, quero morrer! Me sinto suja, como se fosse uma prostituta. Não quero mais vê-lo e não atendo aos seus telefonemas. Não acho certo o sexo antes do casamento e imagino que agora ele deve estar me desvalorizando. Se arrependimento matasse eu estaria mortinha! O que faço?"

Quando alguém se coloca em nosso lugar diante de um problema, contribui de alguma forma para decidirmos que atitude tomar. Diga o que faria se estivesse no lugar do outro: Se eu fosse você… No sábado, eu comento o tema.

Você também pode relatar um conflito amoroso e sexual que está vivendo. Escreva para blogdaregina@bol.com.br e conte sua história em até 12 linhas.

Sobre a autora

Regina Navarro Lins é psicanalista e escritora, autora de 12 livros sobre relacionamento amoroso e sexual, entre eles o best seller “A Cama na Varanda”, “O Livro do Amor” e "Novas Formas de Amar". Atende em consultório particular há 45 anos e realiza palestras por todo o Brasil. É consultora e participante do programa “Amor & Sexo”, da TV Globo, e apresenta o quadro semanal Sexo em Pauta, no programa Em Pauta, da Globonews. Nasceu e vive no Rio de Janeiro.

Sobre o blog

A proposta deste espaço interativo é estimular a reflexão sobre formas de viver o amor e o sexo, dando uma contribuição para a mudança das mentalidades, pois acreditamos que, ao se livrarem dos preconceitos, as pessoas vivem com mais satisfação.