Regina Navarro http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br Regina Navarro Lins é psicanalista e escritora, autora de 11 livros sobre relacionamento amoroso e sexual, entre eles o best seller 'A Cama na Varanda' e 'O Livro do Amor'. Thu, 19 Jan 2017 09:00:24 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.2.5 “Por que ainda estou com ele? Será medo de ficar só?” O que você faria? http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2017/01/19/por-que-ainda-estou-com-ele-sera-medo-de-ficar-so-o-que-voce-faria/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2017/01/19/por-que-ainda-estou-com-ele-sera-medo-de-ficar-so-o-que-voce-faria/#comments Thu, 19 Jan 2017 09:00:24 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6730 “Sou casada há 30 anos, mas nos últimos meses temos vivido um verdadeiro redemoinho de brigas e desentendimentos por esse motivo não consigo me relacionar sexualmente com meu marido devido as acusações de que o estou traindo e muitos xingamentos. Ele não dorme na mesma cama que eu e quando quer sexo me procura uma vez por mês e olhe lá. Aí fico me questionando porque ainda estou com ele… Será que é piedade, será que tenho medo ficar só? Por favor, me ajudem!”

Quando alguém se coloca em nosso lugar diante de um problema, contribui de alguma forma para decidirmos que atitude tomar. Diga o que faria se estivesse no lugar do outro: Se eu fosse você… No sábado, eu comento o tema.

Você também pode relatar um conflito amoroso e sexual que está vivendo. Escreva para blogdaregina@bol.com.br e conte sua história em até 12 linhas.

]]>
0
Até a volta! http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/19/ate-a-volta/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/19/ate-a-volta/#comments Mon, 19 Dec 2016 09:00:37 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6722 Ilustração: Lumi Mae

Ilustração: Lumi Mae

Estarei fora, por um mês, a partir de hoje, 19 de dezembro, tirando férias de tantas questões amorosas que posto para a discussão entre os internautas, frequentadores deste blog. No dia 19 de janeiro, nos encontraremos novamente. Até lá!

]]>
0
Quando há amor, mas não se suporta a exclusividade http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/17/quando-ha-amor-mas-nao-se-suporta-a-exclusividade/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/17/quando-ha-amor-mas-nao-se-suporta-a-exclusividade/#comments Sat, 17 Dec 2016 09:00:51 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6717
Ilustração: Lumi Mae

Ilustração: Lumi Mae

Comentando o “Se eu fosse você”

A questão da semana é o caso do internauta que gosta muito do namorado e é feliz com ele. O relacionamento é aberto, mas na prática não funciona, porque o namorado fica mal quando sabe que ele transou com alguém. Ele diz já não aguentar mais suas próprias mentiras e puladas de cerca, mas não suporta a ideia de monogamia.

O amor é uma construção social; em cada época se apresenta de uma forma. Nós, do Ocidente, somos regidos pelo amor romântico.

Esse tipo de amor surgiu no século 12, mas ninguém podia se casar por amor. As famílias é que decidiam com quem os filhos se casariam. Entravam aí interesses econômicos e políticos.

No século 19, o amor passou a ser uma possibilidade no casamento, mas só entrou mesmo, pra valer, a partir de 1940, incentivado pelos filmes de Hollywood.

O amor romântico não é apenas uma forma de amor, mas todo um conjunto psicológico — ideais, crenças, atitudes e expectativas. Essas ideias coexistem no inconsciente das pessoas e dominam seus comportamentos, determinando como devem sentir e reagir.

A questão é que muitas das crenças são equivocadas e geram sofrimento, principalmente aquelas que pregam que quem ama não tem olhos pra mais ninguém; o amado, assim, deve ser a única fonte de interesse.

Aí, é que tudo se complica. Numa relação estável, geralmente, as cobranças de exclusividade são constantes e as pessoas aceitam isso naturalmente.

A vigilância é grande sobre os parceiros. O medo de deixar de ser amado leva à exigência de que o parceiro não se aproxime de outra pessoa.

Na maioria dos casamentos, homens e mulheres vivem dentro de regras e normas estabelecidas para controlar a liberdade de cada um.

Há até quem aceite ser controlado desde que isso seja um bom motivo para controlar o outro. E não importa se a relação é hétero ou homossexual.

Mas assistimos a grandes transformações no mundo; a vida a dois numa relação estável – namoro ou casamento – ficou difícil de suportar diante dos apelos da sociedade atual.

E, no que diz respeito ao amor, o dilema atual se situa entre o desejo de simbiose – se fechar na relação com o parceiro – e o desejo de liberdade.
E este parece que começa a predominar.

]]>
0
“Sou advogado, 32 anos, e moro com meu namorado há dois anos. Mas não suporto a ideia de monogamia” http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/15/sou-advogado-32-anos-e-moro-com-meu-namorado-30-anos-ha-dois-anos-mas-nao-suporto-a-ideia-de-monogamia/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/15/sou-advogado-32-anos-e-moro-com-meu-namorado-30-anos-ha-dois-anos-mas-nao-suporto-a-ideia-de-monogamia/#comments Thu, 15 Dec 2016 09:00:04 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6711 “Sou advogado, 32 anos, e tenho um namorado de 30. Moramos juntos há dois anos. Gosto muito dele e estou feliz com nossa casa. Nosso relacionamento é aberto, mas na prática isso não está funcionando. Sempre que fico com alguém, ele sofre muito, fica péssimo, muito triste. Sente ciúmes e ódio, ameaça ir embora, passa uns dias desanimado com o namoro e com a vida. Eu faço sexo com várias pessoas, tenho alguns “romancezinhos” paralelos. Nunca levo nada adiante, só quero me divertir. Já ele nunca fica com ninguém; nas poucas vezes em que ficou, não se empolgou muito. Esse desequilíbrio o incomoda, e eu entendo, mas não sei o que fazer. Acabo mentindo pra ele quando vou encontrar outro homem, o que destrói totalmente a ideia da relação aberta. E quando ele me pega na mentira, tudo fica pior ainda. Ele já não aguenta mais minhas mentiras e puladas de cerca, mas eu não suporto a ideia de monogamia. O que fazer?”

Quando alguém se coloca em nosso lugar diante de um problema, contribui de alguma forma para decidirmos que atitude tomar. Diga o que faria se estivesse no lugar do outro: Se eu fosse você… No sábado, eu comento o tema.

Você também pode relatar um conflito amoroso e sexual que está vivendo. Escreva para blogdaregina@bol.com.br e conte sua história em até 12 linhas.

]]>
0
As fases de um casamento http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/13/as-fases-de-um-casamento/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/13/as-fases-de-um-casamento/#comments Tue, 13 Dec 2016 09:00:06 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6702 Ilustração: Lumi Mae

Ilustração: Lumi Mae

 

Comentando a Pergunta da Semana

As pessoas que responderam à enquete da semana acreditam que uma relação estável passa por diversas fases diferentes.

Quando alguém deixa de ser amado é tomado por uma profunda angústia – seja porque foi abandonado ou porque abandonou — e é invadido pela sensação de falta e de solidão.

O cientista francês Jacques Ruffié afirma não ter dúvidas de que o hábito, que causa exigência e tédio, pode levar à separação. Ele enuncia as diversas fases por que passa a vida da maioria dos casais:

1a – Uma fase de início em que cada um idealizando o outro se esforçando para satisfazê-lo. Ao mesmo tempo o casal se afasta do resto do mundo.

2a – Uma fase de primeira crise com o contato do real; os defeitos mais gritantes começam a ser percebidos. Essa fase é geralmente superada graças à atração recíproca, ainda viva, que um parceiro sente pelo outro.

3a – Uma série de crises surge podendo acarretar:

a) a ruptura. A vida em comum torna-se insuportável. O casamento explode sob o efeito do conflito e dos apelos do mundo externo;

b) em alguns casos, sentindo esse perigo de explosão, o casal se retrai por uma espécie de reflexo de autodefesa e tenta reprimir a agressividade.

4a – Uma calmaria aparente muitas vezes disfarça um aumento de rancor e de incompreensão. É então que uma crise, mais violenta porque adiada, explode no momento em que menos se espera.

5a – O casal pode persistir ao preço de muitas renúncias. Cada um se despersonaliza.

6a – Os dois percebem seus limites, suas próprias forças e a realidade de um fracasso parcial. A fantasia ideal do início dá lugar a uma versão mais realista. Cada um se torna mais autônomo.

Se as desavenças são abordadas de frente, e essa crise aparecer bem cedo na vida, numa época em que a atração entre os dois parceiros ainda é grande, ela pode ter um efeito construtivo — fazendo nascer um diálogo real, revelando novas diferenças e novas afinidades.

Mas é preciso saber que o equilíbrio jamais é definitivo, pois as pessoas se modificam.

Para Ruffié, o laço conjugal, fixo e inalterável, no plano biológico é uma ficção que nossa fraqueza amorosa e nossa instabilidade afetiva assinam.

Ele acredita que se os casais deixassem de associar a fidelidade à sexualidade seria positivo para o casamento, na medida em que a mudança periódica de parceiros provoca, a cada vez, um aumento do desejo sexual.

]]>
0
Uma relação estável passa por diversas fases diferentes? Por quê? http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/12/uma-relacao-estavel-passa-por-diversas-fases-diferentes-por-que/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/12/uma-relacao-estavel-passa-por-diversas-fases-diferentes-por-que/#comments Mon, 12 Dec 2016 09:00:38 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6699 A PERGUNTA DA SEMANA entra no ar sempre às segundas-feiras. Na terça-feira, comento o tema e o resultado da pesquisa.

  • 49826
  • true
  • http://estilo.uol.com.br/comportamento/enquetes/2016/12/04/uma-relacao-estavel-passa-por-diversas-fases-diferentes.js
Deixe sua resposta nos comentários

 

]]>
0
É preciso aprender a ser só http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/10/e-preciso-aprender-a-ser-so/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/10/e-preciso-aprender-a-ser-so/#comments Sat, 10 Dec 2016 09:00:23 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6694
Ilustração: Lumi Mae

Ilustração: Lumi Mae

Comentando o “Se eu fosse você”

A questão da semana é o caso do internauta, casado há 24 anos, cuja esposa alega que houve desgaste na relação e que necessita liberdade e independência e ninguém para atrapalhá-la. Ela se mudou para a casa de uma amiga. A dúvida dele é se aceita logo a decisão dela ou insiste em continuar o casamento.

No Ocidente, desde cedo, somos levados a acreditar que a vida só tem graça se encontrarmos um grande amor. Quando acontece, a expectativa é a de que vamos nos sentir completos para sempre, nada mais nos faltando.

Isso é impossível, evidente, mas as pessoas se esforçam para acreditar e só desistem depois de fazer inúmeras concessões inúteis.

A história que o internauta relata parece ser igual à de muitas pessoas que, ao iniciar um relacionamento, transformam o outro na única fonte de interesse.

O grande dilema no amor hoje se situa entre o desejo de simbiose – ficar fechado numa relação – e o desejo de liberdade. E este último parece estar predominando.

Entretanto, não é fácil deixar o hábito de formar um par. Fomos condicionados a desejá-lo, convencidos de que se trata de pré-requisito para a felicidade.

Após longos anos de casamento, geralmente, passa a ser fundamental continuar tendo alguém ao lado, pagando-se qualquer preço, mesmo quando predominam as frustrações.

Não ter um par significaria não estar inteiro, ser incompleto, ou seja, totalmente desamparado. Deixar de ser amado ou desejado afeta a autoestima, e as inseguranças reaparecem. A pessoa se sente desvalorizada, duvidando de possuir qualidades.

E para piorar tudo, não são poucos os que abrem mão da liberdade e da independência, tornando-se mais frágeis em caso de ruptura.

A condição essencial para ficar bem sozinho é o exercício da autonomia pessoal. Isso significa, além de alcançar nova visão do amor e do sexo, se libertar da dependência amorosa exclusiva e “salvadora” de alguém.

O caminho fica livre para um relacionamento mais profundo com os amigos, com crescimento da importância dos laços afetivos.

É com o desenvolvimento individual que se processa a mudança interna necessária para a percepção das próprias singularidades e do prazer de estar só.

]]>
0
“Estou casado há 24 anos. Agora minha mulher diz ter necessidade de liberdade” O que você faria? http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/08/estou-casado-ha-24-anos-e-agora-minha-mulher-diz-ter-necessidade-de-liberdade-o-que-voce-faria/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/08/estou-casado-ha-24-anos-e-agora-minha-mulher-diz-ter-necessidade-de-liberdade-o-que-voce-faria/#comments Thu, 08 Dec 2016 09:00:46 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6690 “Tenho 60 anos e estou casado há 24 com uma mulher de 44 anos. Ela está querendo a separação. Alega que houve desgaste no relacionamento, termo que eu não consigo compreender exatamente o significado, considerando que sempre fui carinhoso e atencioso com ela. Procuramos fazer viagens de férias anuais sempre que possível. Vivemos uma relação estável e não tivemos filhos. Ultimamente, ela vem alegando necessidade de liberdade, independência e ninguém para atrapalhá-la. Há duas semanas chegou a sair de casa para morar na casa de uma amiga. Tenho insistido para que ela volte logo. Não sei se aceito logo essa decisão dela ou insisto na continuação de nosso relacionamento, pois gosto muito dela. O que fazer?”

Quando alguém se coloca em nosso lugar diante de um problema, contribui de alguma forma para decidirmos que atitude tomar. Diga o que faria se estivesse no lugar do outro: Se eu fosse você… No sábado, eu comento o tema.

Você também pode relatar um conflito amoroso e sexual que está vivendo. Escreva para blogdaregina@bol.com.br e conte sua história em até 12 linhas.

]]>
0
De onde vem a importância exagerada que o homem dá ao próprio pênis http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/06/de-onde-vem-a-importancia-exagerada-que-o-homem-da-ao-proprio-penis/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/06/de-onde-vem-a-importancia-exagerada-que-o-homem-da-ao-proprio-penis/#comments Tue, 06 Dec 2016 09:00:28 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6683 Ilustração: Lumi Mae

Ilustração: Lumi Mae

Comentando a Pergunta da Semana

A grande maioria das pessoas que respondeu à enquete da semana acredita que o homem dá importância exagerada ao próprio pênis. Concordo com os internautas.

O homem presta mais atenção ao seu pênis do que a qualquer outra parte do seu corpo. Cuida dele, protege-o acima de tudo. Orgulha-se de sua forma, tamanho, qualidade e desempenho. Mas isso tem uma história.

Durante milênios, a participação do homem na procriação foi ignorada. A fertilidade era considerada característica exclusivamente feminina.

Acreditava-se que a vida pré-natal das crianças começava nas águas, nas pedras, nas árvores ou nas grutas, antes de serem introduzidas por um sopro no ventre de sua mãe humana.

Mas quando o homem começou a domesticar os animais, percebeu, surpreso, que para a procriação é necessário o sêmen do macho.

A partir daí houve uma ruptura na história da humanidade. O homem, enfim, descobriu seu papel imprescindível num terreno onde sua potência havia sido negada.

A partir da descoberta da paternidade, há mais ou menos cinco mil anos, o sexo se tornou tema de grande importância para a religião.

A segurança presente e futura estava calcada na fertilidade da lavoura, do rebanho e da mulher, sendo a preocupação principal das comunidades agrícolas e pastoris.

Como muitas vezes a lavoura não produzia o que se desejava e o ato sexual nem sempre levava à gravidez, a religião e a magia eram constantemente invocadas.

Num determinado momento da história, os princípios masculino e feminino se separaram. Na arte, na religião e na vida.

O princípio fálico, ideologia da supremacia do homem, condicionou o modo de viver da humanidade.

O pênis tornou-se o objeto natural de adoração e fé religiosa. Na qualidade de phallos, era reverenciado da mesma forma que o órgão feminino o fora durante milênios.

O fenômeno do culto fálico se espalhou por todo o mundo antigo. Não se sabe ao certo onde e quando começou. É muito provável que essa ideia tenha surgido espontaneamente, em diferentes partes.

O culto do órgão sexual masculino como reservatório do poder criador tornou-se universal. Atravessa o estreito de Bering com os precursores dos índios norte-americanos.

Antes da chegada dos brancos, os pilares fálicos de Iucatã, no México, já estavam lá. Encontramos também as cabeças fálicas das ilhas orientais.

Esse culto pode ser rastreado desde o culto oriental do Lingam-Yoni até o Baal de Canaã; do Japão até Éfeso, e mesmo no símbolo esculpido em forma de pênis ereto numa igreja de Bordeaux.

As antigas civilizações tinham uma atitude bastante diferente da nossa diante da nudez e do sexo. Desconheciam o conceito de obscenidade, comum nos dias atuais.

Por mais que as imagens dos órgãos sexuais masculinos e femininos fossem exageradas e distorcidas, eram encaradas com naturalidade.

Muitos santuários espalhados pelo mundo mostram representações de deuses possuidores de falos monumentais.

Essa valorização do pênis ereto de grandes proporções permanece bastante atual em nossos dias. O comprimento, grossura e a rigidez do pênis, assim como o desempenho sexual, são causas de constante preocupação e, não raro, sofrimento para o homem atual.

O culto ao falo continua presente, embora de forma inconsciente ou disfarçada. Algumas mulheres relatam o constrangimento sentido no início da relação sexual, ao perceberem o parceiro tão atento ao seu pênis ereto, que se viam quase de fora dessa relação entre ele e o seu próprio órgão sexual.

]]>
0
O homem dá importância exagerada ao próprio pênis? Por quê? http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/05/o-homem-da-importancia-exagerada-ao-proprio-penis-por-que/ http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/2016/12/05/o-homem-da-importancia-exagerada-ao-proprio-penis-por-que/#comments Mon, 05 Dec 2016 09:00:37 +0000 http://reginanavarro.blogosfera.uol.com.br/?p=6679 A PERGUNTA DA SEMANA entra no ar sempre às segundas-feiras. Na terça-feira, comento o tema e o resultado da pesquisa.

  • 49825
  • true
  • http://estilo.uol.com.br/comportamento/enquetes/2016/12/04/o-homem-da-importancia-exagerada-ao-proprio-penis.js
Deixe sua resposta nos comentários

 

]]>
0