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Já é Carnaval! Está sentindo a sensualidade e a excitação no ar?

Universa

22/02/2020 04h00

No Carnaval paira algo diferente no ar, uma espécie de sentir e agir que só se observa nesses dias. Milhões de foliões estão na rua cantando, dançando….e se beijando. O amor é sem barreiras e, com permissão, pode-se beijar à  vontade: ninguém leva nada a mal.

Impossível não perceber a sensualidade solta e a excitação brilhando no olhar das pessoas. Há liberdade para as pessoas se tocarem e se sentirem, mas com muita urgência, afinal, o tempo é limitado. Tudo acaba na quarta-feira! As normas e regras, que durante todo o ano contêm e limitam o prazer, parecem se diluir.

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Nunca saberemos quantos casais farão sexo pela primeira vez neste Carnaval, que agora se inicia. Mas podemos ter certeza de que serão muitos. É a festa da sensualidade, embalada pela percussão e as vozes de estranhos se encontrando em letras sugestivas: "quanto riso, oh, tanta alegria…" Abraços e beijos suados erotizam a todos.

A liberação do sexo no carnaval é uma questão cultural. É um período de trégua à censura que as pessoas se impõem durante o ano. A busca incessante do amor idealizado, ou a luta por sua manutenção, cede espaço ao exercício da sexualidade longe de qualquer restrição. Há mais coragem para experimentar o sexo casual, sem nenhum compromisso.

Mas há algo que não pode ser esquecido: a camisinha.

 

 

Sobre a autora

Regina Navarro Lins é psicanalista e escritora, autora de 12 livros sobre relacionamento amoroso e sexual, entre eles o best seller “A Cama na Varanda”, “O Livro do Amor” e "Novas Formas de Amar". Atende em consultório particular há 45 anos e realiza palestras por todo o Brasil. É consultora e participante do programa “Amor & Sexo”, da TV Globo, e apresenta o quadro semanal Sexo em Pauta, no programa Em Pauta, da Globonews. Nasceu e vive no Rio de Janeiro.

Sobre o blog

A proposta deste espaço interativo é estimular a reflexão sobre formas de viver o amor e o sexo, dando uma contribuição para a mudança das mentalidades, pois acreditamos que, ao se livrarem dos preconceitos, as pessoas vivem com mais satisfação.

Blog Regina Navarro